Gatos: A Origem

O gato, também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou gato doméstico, é um animal da família dos felídeos, muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeia alimentar, é um predador natural de diversos animais, como roedores, pássaros, lagartixas e alguns insetos.

A primeira associação com os humanos e tem notícia ocorreu há cerca de 9.500 anos, mas a domesticação dessa espécie oriunda do continente africano é muito mais antiga. Seu mais primitivo ancestral conhecido é o Miaces, mamífero que viveu há cerca de 40 milhões de anos, no final do período Paleoceano, e que possuía o hábito de caminhar sobre os galhos das árvores. A evolução do gato deu origem ao Dinictis, espécie que já apresentava a maior parte das características presentes nos felinos atuais. A sub-família Felinae, que agrupa os gatos domésticos, surgiu há cerca de 12 milhões de anos, expandindo-se a partir da África subsaariana até alcançar as terras do atual Egito.

Existem cerca de 250 raças de gato doméstico, cujo peso variável classifica a espécie como animal doméstico de pequeno a médio porte. Assim como cães com estas dimensões, vive entre quinze e vinte anos. De personalidade independente, tornou-se um animal de companhia em diversos lares ao redor do mundo, para pessoas dos mais variados estilos de vida.

Por: Gabriela da Rosa

Rio – o filme

O filme Rio  não foi produzido no Brasil , mas fala sobre um assunto  daqui, que na minha opinião é o mais importante. Fala sobre a extinção da arara azul. O filme está em cartaz e vai ser exibido na sexta-feira, dia 08/04/2011.

O filme RIO  conta a história de Blu, uma arara azul rara que pensa que é a última de sua espécie. Quando Blu descobre que há uma ‘outra’,  deixa o conforto de sua gaiola em uma pequena cidade de Minnesota e vai para o Rio de Janeiro. Mas longe de ser amor à primeira vista entre o domesticado e incapacitado de voar e a feminista e independente, que voa alto, Jewel. Inesperadamente jogados juntos, eles embarcam na aventura de uma vida, onde aprendem sobre amizade, amor, coragem e estar aberto às muitas maravilhas da vida. “Rio” reúne uma fauna de personagens vibrantes, uma história comovente, mergulhos coloridos, uma música latina contemporânea e cheia de energia.

 

Veja um pouco mais sobre a arara azul:

Arara Azul

A Arara azul está em extinção porque ela está sendo perseguida pelos caçadores que vendem as araras azuis e são empalhadas por colecionadores.

O Brasil é o país mais rico do mundo em espécies de papagaios, periquitos, araras, maritacas, jandaias e outros. A arara azul se destaca nesse cenário por ser o maior deles. Mas a espécie está ameaçada de extinção. A destruição do habitat onde ela se reproduz e a sua captura pelo comércio ilegal são os dois fatores que, combinados, a levaram ao risco de extinção. Hoje cerca de 5 mil araras-azuis ainda são encontradas no Pantanal. Seu habitat é No verde que caracteriza a paisagem pantaneira, a arara azul se distingue por voar em pares ou em grupo. No final da tarde elas se reúnem em locais chamados “dormitórios”, que funcionam como “centros de troca de informação”. Para quem assiste esses momentos de agrupamento da espécie, fica evidente o alto grau de socialização que possuem: os casais, por exemplo, extremamente fiéis, dividem as tarefas de cuidar dos filhotes.

A arara azul pode ser encontrada também, com frequência, nos galhos secos das árvores do Pantanal, palmeiras ou no chão, em campos e currais, se alimentando.

No Pantanal, 90% dos ninhos de araras azuis são encontrados num único tipo de árvore, o manduvi. Por ter um cerne macio, são mais utilizadas pela espécie. Elas aumentam pequenas cavidades feitas por pica-paus, ou provocados pela quebra de galhos, ou mesmo iniciados por fungos e cupins para construir seu ninho. Terminado o trabalho, o que se vê é um buraco fundo e aconchegante, forrado com serragem que as araras arrancam da árvore. Mas como é difícil encontrar cavidades naturais e há uma grande disputa com outras espécies, o projeto Arara Azul desenvolveu e instalou ninhos artificiais. Os primeiros foram colocados em 1997, em algumas fazendas no Pantanal. Hoje já são mais de 170. Não é possível quantificar o número de araras azuis existentes no Brasil atualmente. Sabe-se que não há mais a abundância de outrora. O Pantanal mato-grossense é o local onde as araras azuis ainda são encontradas com maior frequência.

Além da arara azul grande, vale destacar outro tipo de arara azul encontrada no Brasil: a arara azul de lear , originária da Bahia, também em situação crítica. Há anos a espécie vem sendo dizimada pelos traficantes de animais silvestres que lucram com a venda de ovos, filhotes e de aves adultas para colecionadores.

POR: Gabriela da Rosa

 

Animais estranhos!!!

Esses animais são meio estranhos, mas me chamaram a atenção pois cada um tem sua característica  especial e diferente. Uns fofinhos, outros com cara de bravo, mas todos merecem serem tratados igualmente…

Além de serem estranhos e extravagantes, eles também são raros, e correm até risco de extinção.

A maioria deles vivem escondidos e por uma boa razão, pois a maioria das vezes quando são vistos acabam sendo mortos cruelmente, só para tirarem uma foto dele ou para ser levado e mostrado como um troféu.


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Aquecimento Global

Em maio de 2009, saiu na revista Galileu, uma reportagem sobre o aquecimenro global.

Segundo a reportagem e a pesquisas a luta contra o aquecimento global está sendo perdida. Por isso cientistas já criaram planos para serem usados na hora que o mundo mais precisar.

São planos que se colocados em prática gastariam muito dinheiro, estou falando de milhões.

Se cada um fazer a sua parte não vão precisar ser colocados em prática esses planos, e o mundo será bem melhor.

Pare para pensar!