Athos Beuren

Na escola São Carlos, haverá a tradicional Amostra de trabalhos, na qual  Athos Beuren estará presente. Ele é um autor que escreve sobre jogos de RPG (jogos poucos convencionais) e aventuras em que você é o personagem principal. Os livros mais conhecidos são: 

*O mistério da gruta

*Viver ou Morrer

*A Missão de Krogh

Athos Beuren

 

 

 

 

 

 

 

Por: Gabriela da Rosa

O Pequeno Príncipe

A Cabana tem sido o número 1 na lista dos livros mais vendidos por semanas, mas recentemente foi superado por um antigo sucesso: O Pequeno Príncipe. Um livro escrito há mais de 50 anos e que ainda comove e cativa o público leitor.

O Pequeno Príncipe, é um romance de Antoine de Saint-Exupéry, publicado em 1943, nos Estados Unidos. A princípio, aparentando ser um livro para crianças, tem um grande teor poético e filosófico. É o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições. Também se trata da terceira obra literária (sendo a primeira a Bíblia e a segunda o livro o peregrino) mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialetos, incluindo o aranês, o amazigh e o xhosa, uma das 11 línguas oficiais da África do Sul.

Esta é a história de um príncipe que vivia em um pequeno planeta. O narrador anônimo encontra o pequeno príncipe quando seu avião cai no Deserto do Saara. O narrador se empenha em consertar seu avião, quando ele ouve uma pequena voz lhe pedindo para desenhar uma ovelha. O narrador se volta e vê o pequeno príncipe.
A razão por que ele queria a ovelha era porque as ovelhas comem pequenas plantas. Ele queria que a ovelha comesse os baobás que eram um grande problema em seu planeta. O narrador diz que os baobás são árvores grandes, mas o príncipe explica que elas começaram pequenas. Contudo, o príncipe ficou preocupado, porque ovelhas também comem flores, e o príncipe tinha uma flor muito especial em seu planeta, uma que ele muito amava. A flor, apesar de bela e cheirosa, era boba e exigente. Mesmo que ingenuamente não tivesse medo de tigres, crendo que seus espinhos a protegeriam, ela exigia que o príncipe construísse uma tela para protegê-la do calor.

Apesar de o príncipe amá-la, ele se cansou de ouvir suas palavras e suas exigências, por isso ele deixou o planeta.
Antes de chegar à terra, o príncipe visitou muitos planetas. Um rei vivia no primeiro planeta que ele visitou. O rei ficou feliz em ter um súdito. O rei exigiu obediência. Ele tentou fazer o príncipe ficar, mas o príncipe partiu, pensando em como as pessoas adultas são estranhas.

Um homem presunçoso ocupava o segundo planeta. Um bêbado ocupava o terceiro planeta. O príncipe perguntou por que ele bebia. O bêbado respondeu que ele bebia para se esquecer de se sentia envergonhado por beber. O quarto planeta era ocupado por um homem de negócios que não fazia outra coisa senão contar estrelas, dizendo que eram todas dele. O quinto planeta era o menor, e era ocupado apenas por um acendedor de lampiões, cujo trabalho era acender a lâmpada solitária da rua.

O sexto planeta era maior e ocupado por um geógrafo. Mas ele era incapaz de contar ao pequeno príncipe qualquer coisa sobre o seu planeta, porque não era um explorador. O geógrafo aconselhou o pequeno príncipe a visitar a terra.

Quando o príncipe visitou a terra, ele não viu ninguém a princípio. Ele continuou andando e por acaso encontrou um jardim de rosas. Ele ficou muito triste ao perceber que sua flor, que ele achava ser completamente única, era apenas uma rosa comum como aquelas no jardim. Então ele encontrou a raposa. Ele pediu à raposa para brincar com ele, mas a raposa disse que não podia, pois a raposa não era mansa, o que o príncipe não entendeu. A raposa explicou o que ela queria dizer, e disse ao príncipe que se ele quisesse um amigo, teria que cativá-lo.  Quando o príncipe foi embora, a raposa lhe disse que ele era responsável por sua rosa, porque ele a tinha cativado.

O príncipe descobriu que ele precisava voltar para casa para cuidar de sua rosa. O narrador ficou muito triste, mas o príncipe disse que eles sempre seriam amigos e que toda vez que o narrador olhasse para as estrelas, ele pensaria no príncipe.

Em suas viagens, o príncipe aprende o que significa amar alguém. Ele descobre o tanto que sua rosa é importante para ele, mesmo que às vezes ela seja difícil. As pessoas que vivem sozinhas nos planetas que o príncipe visita parecem ser uma metáfora da solidão e isolamento entre os adultos. O rei, o homem presunçoso e os outros ficam presos em uma maneira de olhar para si mesmos e interagir com as poucas pessoas que eles encontram, e são incapazes de genuinamente se comunicar. Eles não guardaram nada da mente aberta que podem ter tido quando crianças. O príncipe sai de toda a experiência crendo que vale a pena amar alguém, mesmo que isto algumas vezes traga tristeza.

 Por:Maria Luisa da Silva Portal

O Livro mais vendido

A Cabana

A Cabana é dos livros mais vendidos de todo mundo, com mais de 12 milhões de cópias. Há muitas semanas está no topo da lista dos livros mais vendidos no Brasil, segundo ranking da revista Veja. Também é o único sucesso de William P. Young. Esse livro é de autoajuda, ele nos responde várias questões de nossas vidas como: Onde Deus está quando sofremos?Se Deus é tão bom, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento diante das nossas perdas e das nossas frustrações? O que é o pecado? e muitas outras… É um livro muito bom, que nos ajuda a perdoar e a compreender muitas coisas negativas que podem acontecer em nossas vidas.

Resumo:

Durante uma viagem em um fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada. Há evidências de que ela foi brutalmente assassinada em uma cabana abandonada.

Após quatro anos vivendo muito triste, causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um bilhete estranho, que teria sido escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia. É nesse momento que o leitor se depara com um surpreendente ponto de vista da espiritualidade e da relação que temos com Deus.

 

Por: Franciele R.

Feira do livro: Fabrício Carpinejar

FABRICIO CARPINEJAR É POETA E AUTOR DE VÁRIOS LIVROS. ELE ESTARÁ NA FEIRA DO LIVRO EM SAPIRANGA, QUE ACONTECERÁ NOS DIAS 28 A 30 DE ABRIL.

Saiba mais sobre nosso visitante:

Biografia de um poeta

1972 – Nasce Fabrício Carpi Nejar, em Caxias do Sul (RS), o terceiro dos quatro filhos de Maria Carpi e Carlos Nejar.

1974 – Passa a morar em Porto Alegre, na avenida Corte Real.

1990 – É aprovado no vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Cursa Jornalismo. Publica seu primeiro poema na revista experimental da Fabico.

1994 – Nasce sua primeira filha, Mariana, do seu namoro com Géssica.

1995 – Forma-se em Jornalismo e começa a trabalhar na imprensa.

1996 – Casa com Ana Lúcia e passa a morar em São Leopoldo (RS).

1998 – Publica seu primeiro livro, “As Solas do Sol”, pela editora Bertrand Brasil, em convênio com a Fundação Biblioteca Nacional. Une seus sobrenomes e passa a assinar Carpinejar.

1999 – Recebe o Prêmio Fernando Pessoa, da União Brasileira de Escritores e é finalista do Prêmio Açorianos.

2000 – Publica “Um terno de pássaros ao sul”, livro que recebe o Prêmio Destaque Literário da 46ª Feira do Livro de Porto Alegre. Ingressa no mestrado em Literatura Brasileira, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

2001 – Recebe o Prêmio Açorianos de Literatura e o prêmio Marengo D’ Oro (Itália). Publica “Terceira Sede”. É convidado para participar da Jornada de Literatura de Passo Fundo, “2001: uma jornada na galáxia de Gutenberg – da prensa à e-book”. Patrono da Feira do Livro de São Leopoldo (RS).

2002 – Recebe o Prêmio Cecília Meireles da União Brasileira de Escritores e o Açorianos de Literatura. Defende dissertação e conclui o Mestrado, com estudo sobre “A Teologia do Traste na poesia de Manoel de Barros, em contraposição à Psicologia da Composição de João Cabral”. Publica “Biografia de uma árvore”. Patrono da Feira do Livro de Barra do Ribeiro (RS). Nasce Vicente, seu segundo filho.

2003 – Prêmio Nacional Olavo Bilac 2003, da Academia Brasileira de Letras, com “Biografia de uma árvore”, escolhido o melhor livro de poesia de 2002. Publica sua primeira antologia, “Caixa de Sapatos”, pela Companhia das Letras. Seu nome alcança prestígio nacional. A seleta é editada em Portugal pela editora Quasi. Abre seu blog – http://carpinejar.blogger.com.br – e começa a postar crônicas. É colunista da revista Vida Simples durante um ano.

2004 – A editora Bertrand Brasil compra os direitos de toda sua obra adulta. Lança “Cinco Marias” em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. A obra vende duas edições em um semestre (hoje está na 5ª edição) e gera coleção de poesia no selo. O volume é indicado pela imprensa como um dos melhores do ano. Revista Época destaca que o autor é a voz clássica da nova geração: “Vibra clássico e mergulha em temas que os outros descartaram por moda, ou tédio. Ele reencarna no Brasil o português Cesário Verde, poeta que exaltou a simplicidade e o cotidiano”. Publica ainda seu primeiro livro infantil “Porto Alegre e o Dia em que a Cidade Fugiu de Casa”, ilustrado por Eduardo Nasi, dentro da coleção Paralelepípedos da editora Alaúde, onde 27 autores são escolhidos para retratar as capitais do país. É indicado a Patrono da Feira do Livro de Porto Alegre (indicação que se repetiria em 2005, 2006 e 2007). Exerce o papel de colunista do suplemento cultural Rascunho, de Curitiba (PR).

2005 – Publica “Como no Céu/Livro de Visitas”, um livro bipolar, que fala do relacionamento de duas formas. De um lado, otimista e do outro, pessimista. Millôr Fernandes recomenda: “Vai. Lê ele. Devagar. Decifra-o. E ele te devora”. Inaugura a seção Consultório Poético no site da revista Superinteressante, que depois seguiria para o condomínio virtual da Rede Globo. Apresenta o programa de tevê, “A Bela e a Fera”, na TV Unisinos, junto de Márcia Tiburi. Assume a coluna “Primeiras Intenções”, da revista Crescer.

2006 – Recebe o Prêmio Erico Verissimo, pelo conjunto da obra, da Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre. É finalista do Prêmio Jabuti na categoria Poesia pelo livro “Como no céu/Livro de Visitas”. Lança seu primeiro livro de crônicas, “O Amor Esquece de Começar”, refletindo sobre o amor a partir do ponto de vista feminino. Poema do livro “Terceira Sede” é tema de questão do vestibular da UFRGS, concurso 2006/1. Seus livros são adotados como leituras obrigatórias em vestibulares por diferentes universidades brasileiras, como UCS, Unisc e Universidade Católica de Goiás. Edita seu segundo livro infantil, “Filhote de Cruz Credo” (Girafa), com ilustrações de Rodrigo Rosa, que denuncia de forma pioneira o bullying, um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados na escola. Atua como professor nos cursos de Formação de Produtores e Músicos de Rock e de Escritores e Agentes Literários, ambos da Unisinos. É patrono das Feiras do Livro de Esteio e Taquara. Substitui Luis Fernando Verissimo no caderno Donna do jornal Zero Hora durante as férias do titular.

2007 – Publica “Meu Filho, Minha Filha”, que aborda o universo da família contemporâneo. Conta sua experiência em versos como pai separado e com filho em casa. A obra tem um forte apelo de público e de crítica. De acordo com Adriana Falcão, “Carpinejar inventou a poesia-verdade que dói mais do que a possibilidade do Pneumotórax ou dos versos de amor perdido que todo mundo conhece”. É patrono das Feiras dos Livros de Cachoerinha, São Sebastião do Caí, Lajeado e Niterói/Canoas. Agita a cena literária gaúcha com os projetos literários  “Em busca do tempo perdido” e “Miss Cultura”.

2008 – Seu blog supera a marca de um milhão de visitantes. A cantora Ana Carolina intepreta poema de “Meu Filho, Minha Filha” em seu show “Dois Quartos”. É um dos convidados do Seminário de Altos Estudos Fronteiras do Pensamento, em conferência ao lado do escritor cubano Pedro Juan Gutiérrez, no Salão de Atos da Ufrgs, em Porto Alegre (RS). Colabora com resenhas sobre livros para o Caderno 2, do jornal O Estado de São Paulo. Publica o livro “Canalha”, reunião de crônicas que tematiza a mudança comportamental do homem no convívio doméstico. Faz sua estréia juvenil com “Diário de um Apaixonado” (ilustrado por Rodrigo Rosa) pela Mercuryo Jovem, uma versão divertida do clássico álbum “Amar é…”. É patrono das Feiras do Livro de Santa Clara do Sul, São Sepé e Garibaldi. Fim do seu casamento com Ana Lúcia, assume guarda partilhada de Vicente e volta a morar em Porto Alegre (RS).

2009 – É um dos mais requisitados autores para participar de eventos, já realizou mais de mil palestras pelo Brasil em uma década de atuação literária. Conduz oficinas de poesia e de crônica no Studio Clio, Sinpro e Caixa Econômica Federal, em Porto Alegre (RS). Recebe o Prêmio Jabuti/2009, edição 51ª, da Câmara Brasileira do Livro, na categoria Contos e Crônicas, com “Canalha!”. Lança o primeiro livro no Brasil de frases do twitter, www.twitter.com/carpinejar/, reunião de aforismos com até 140 caracteres. É finalista do Prêmio Fato Literário, do Grupo RBS. Substitui Luis Fernando Verissimo durante suas férias no jornal Zero Hora. “Filhote de Cruz Credo” é adaptado para o teatro em montagem de Bob Bahlis. A pesquisadora Julliany Mucury, da UnB, defende dissertação “Da raiz ao fruto na contemporaneidade”, sobre a obra de Fabrício Carpinejar. É escolhido patrono das Feiras do Livro de Viamão e Torres. Integra o grupo de cronistas do site Vida Breve.


É AUTOR DOS LIVROS:

# As solas do sol

# Um terno de pássaros ao sul

# Terceira sede

# Biografia de uma árvore

# 30 segundos

# Caixa de sapatos-antologia

# Cinco marias

# Como no céu

# Porto Alegre e o dia em que a cidade fugiu de casa

# O amor esquece de começar

# Filhote de cruz credo

# Meu filho e minha filha

# Canalha

# Diário de um apaixonado

# Mulher perdigueira.

FONTE:www.fabriciocarpinejar.com.br

por:VICTÓRIA MÜLLER STEGUES

Recomendações de leitura!!!

A cabana

É um livro que conta a história de um homem que foi com seus filhos a um lago. Ele tem três filhos, dois decidem andar de barco no rio, mas o barco vira e o pai entra na água para salvá-los.

Quando o pai volta, a filha que havia ficado na beira da água havia sumido. Então começa uma desesperada busca por ela.

Leia, é um livro muito interessante. Fala sobre o perdão e sobre acreditar em Deus, que muitas vezes é a única salvação. Para todas as idades.

 

Sete ossos e uma maldição

É um livro da autora Rosa Amanda Strausz. É um livro de 11 contos que assustam a qualquer um.  Mas o medo não faz a pessoa querer parar de ler, ao contrário, faz a pessoa querer chegar logo a página seguinte. É um livro para quem gosta de histórias de terror e mistério- e qual é a criança ou o adolescente que não gosta? É mais voltado para o público infanto-juvenil.


A menina que roubava livros

Quem conta a história é a própria morte, que tem a função de recolher todas as almas. Durante a guerra ela passa pela Alemanha e encontra a protagonista Liesel Meminger, enquanto seu irmão é enterrado próximo dali.

A garota percebe que o coveiro deixa cair um livro na neve “manual do coveiro”. Ela o “rouba”e através do livro ela é levada pelo mundo das palavras. A menina dali em diante vive roubando livros e aprendendo muito com eles. É um livro que ensina que você pode viajar para vários lugares e vários mundos sem sair do seu quarto. No caso da personagem, ajudou-a a se salvar dos terrores da Segunda Guerra.


Marley e eu

Conta a história de um jovem casal que quer ter filhos, mas como sentem-se inseguros de conseguirão cuidá-lo, decidem adotar um cachorro, e o chamam de Marley.

Marley tem medo de várias coisas, principalmente de trovões. Quando eles conseguem ter um filho, Marley vira um problema, pois ele bagunça muito.

Várias vezes eles decidem dar Marley, mas sempre desistem, pois ele já faz parte da família.

É uma história muito emocionante, que fala da importância da família, da amizade e do amor. Vale apena ler e reler várias vezes.

 

Verônica decide morrer

É mais um dos livros do nosso prestigiado autor Paulo Coelho. É um livro muito interessante, que conta a história de uma mulher que desiste de viver, pois não vê mais sentido na vida.

Então ela decide se matar e tenta provocar um overdose, mas não consegue. Os médicos chegam a tempo de salvá-la.

Ela é levada para uma clínica psiquiátrica, onde se apaixona pelo seu médico.


Espelho meu

Conta a história de uma família que se muda para um enorme casarão abandonado. O pai decide comprar um espelho na loja de antiguidades, a filha mais nova pede um bailarina que ela havia visto na loja.

Mal sabem eles, mas dentro do espelho está a alma de uma menina que diz ter matado sua mãe. E o espelho estava no lugar onde supostamente a menina teria matado sua mãe, por isso ela ficou presa ali.

Vale apena ler esse livro, é um livro de terror muito intrigante.

 

por Catlin


Crepúsculo: curiosidades…

Está próximo o lançamento do último filme da saga Crepúsculo, Amanhecer, baseado no livro de mesmo nome. Nele, finalmente a trama se encerrará, e Bella vai finalmente conseguir o que tanto deseja.

Veja algumas curiosidades sobre os livros:

O que significa a palavra crepúsculo?

Crepúsculo é o instante em que o céu próximo ao horizonte no poente ou nascente toma uma cor dégradé, entre o azul do dia e o escuro da noite. Isso ocorre quando o sol está logo abaixo da linha do horizonte marítimo.


 


Qual foi a inspiração para a série Crepúsculo?

Após um sonho, Stephenie Meyer apaixonou-se pela ideia de transformar aquilo num livro. Em seu sonho, um lindo vampiro se apaixonava por uma garota humana e frágil.

Qual o significado da maça na capa do livro Crepúsculo?

Segundo a autora, a maçã na capa simboliza “o fruto proibido”. Na história, a maça representa Bella, o fruto proibido de Edward. Ele deseja, mas não pode tocar.

Por que a flor na capa do livro Lua Nova?

A flor é uma tulipa e o jogo de cores e pétalas nos passam a impressão de que escorre sangue pela mesma. Há uma pequena pétala vermelha caindo da tulipa, que nos remete a uma gota de sangue sendo derramada… como acontece com a protagonista neste livro, sendo esse fator desencadeador de toda a trama, principalmente pelo rompimento com Edward. Isso gera muito sofrimento na protagonista, permitindo, aos poucos, que ela se aproxime de Jacob, o lobo.


Qual o significado da capa do livro Eclipse?

Assim como todas as capas, o vermelho está sempre presente. A fita arrebentando está relacionada aos novos caminhos que a trama vai tomando, representando as escolhas que precisam ser tomadas por Bella, as quais não terão mais volta.

 

Por que uma rainha branca na capa do Amanhecer?

Podemos associar essa dama a Bella, pois ela é o centro das atenções, e está acompanhada pelo rei vermelho, que é Edward. Aqui finalmente ela vai se transformar em vampira.


Continuação da saga Crepúsculo “Sol da meia Noite”!

Esse novo livro chama-se “Sol da meia-noite” e é a continuação da saga Crepúsculo. Nessa publicação, o vampiro Edward narra toda a história sob seu ponto de vista, já que os livros anteriores a história nos é contada por Bella.

A autora Stephenie Meyer estava escrevendo este livro, mas algumas partes dele vazaram na internet. Isso fez com que ela parasse por um tempo de escrever. Mas não se assustem, ela já retomou a escrita.

Confira um trecho do livro:



[…] Meus olhos se prenderam por uma pequena fração de segundo com um grande par de olhos humanos, cor de chocolate num rosto pálido, com formato de coração. Eu já conhecia o rosto, apesar de nunca tê-lo visto até esse momento. Ele esteve em quase todas as cabeças humanas hoje. A nova estudante, Isabella Swan. Filha do chefe de polícia da cidade, trazida para viver aqui por uma nova situação de custódia. Bella. Ela corrigia todo mundo que usava o seu nome inteiro…

[…] De novo, os meus olhos se prenderam naqueles mesmos grandes olhos marrons. Ela estava sentada lá exatamente como antes, olhando pra nós, uma coisa natural a se fazer, eu acho, já que Jessica ainda estava espalhando as fofocas locais sobre os Cullen.

Isso não era uma coisa pela qual eu já tinha passado antes. Havia algo errado comigo? Eu me sentia exatamente do jeito que me sentia sempre. Preocupado, eu tentei escutar mais.

Todas as vozes que eu estive bloqueando estavam gritando na minha cabeça de repente. […]Eu conseguia ouvir todos eles, ouvir cada coisinha insignificante que eles pensavam enquanto os pensamentos passavam em suas mentes. Mas absolutamente nada vinha da nova estudante com olhos enganosamente comunicativos.

E, é claro, eu conseguia ouvir o que a garota dizia quando ela falava com Jessica. Eu não precisava ouvir pensamentos para ouvir sua voz baixa, clara, no outro lado da sala.

– Quem é o garoto com o cabelo marrom avermelhado? – eu a ouvi perguntar, dando uma olhadinha pelo canto dos olhos, só para desviar rapidamente quando viu que eu ainda estava encarando-a.

Se eu tivesse tempo para esperar que o som da voz dela pudesse me ajudar a conectar seus pensamentos, que estava perdidos em algum lugar onde eu não podia acessá-los, eu ficaria instantaneamente desapontado. Geralmente, os pensamentos das pessoas vinham acompanhados por um lance diferente em suas vozes físicas. Mas essa voz baixa, tímida, não era familiar, não era nenhuma das centenas de vozes rodeando a sala, eu tinha certeza disso. Ela era inteiramente nova.

– Aquele é Edward. Ele é deslumbrante, é claro, mas não perca o seu tempo. Ele não namora. Aparentemente nenhuma das garotas daqui é bonita o suficiente pra ele. – Ela fungou.

Eu virei minha cabeça para esconder um sorriso. Jessica e as amigas dela não tinha ideia de quanta sorte elas tinham por nenhuma delas ser particularmente apelativa pra mim.

Por baixo do humor passageiro, eu senti um estranho impulso, um que eu não entendia claramente. Tinha alguma coisa a ver com os pensamentos maldosos de Jessica, dos quais a garota nova não estava consciente… Eu senti uma estranha urgência de me meter entre elas, para proteger essa Bella Swan dos trabalhos obscuros da mente de Jessica. Que coisa estranha a se sentir. Tentando entender as motivações por trás desse impulso, eu examinei a garota nova mais uma vez. Talvez fosse algum instinto de proteção que estava há muito tempo enterrado – o mais forte pelo mais fraco. Essa garota parecia mais frágil do que as suas novas colegas de classe. A pele dela era tão translúcida que era difícil de acreditar que ela oferecia alguma resistência contra o mundo exterior. Eu podia ver o ritmo da pulsação do sangue através das suas veias, debaixo da sua membrana clara, pálida… Mas eu não deveria me concentrar. Eu era bom nessa vida que eu havia escolhido, mas eu estava com tanta sede quanto Jasper e era melhor não convidar a tentação.

[…] Nós nos levantamos da mesa e saímos do refeitório. Emmett, Rosalie e Jasper estavam fingindo estar no último ano; eles foram para as aulas deles. Eu estava fingindo ser mais novo que eles. Eu fui para a minha aula de Biologia do nível médio, preparando a minha mente para o tédio. Era duvidoso que o Sr. Banner, um homem com uma inteligência não mais que comum, pudesse tirar da sua aula alguma coisa que pudesse surpreender alguém que já tinha dois graus de graduação em medicina.

Na sala de aula, eu sentei na minha cadeira e deixei meus livros – adereços de novo; eles não continham nada que eu já não soubesse – espalhados pela mesa. Eu era o único aluno que tinha uma mesa só para si. Os humanos não eram espertos o suficiente pra saber que eles tinham medo de mim, mas seus instintos de sobrevivência eram suficientes pra mantê-los afastados de mim.

A sala foi se enchendo lentamente enquanto eles voltavam do almoço. Eu me inclinei na minha cadeira e esperei o tempo passar. De novo, eu desejei ser capaz de dormir.

[…] Ela (Bella) se aproximou, passando pelo corredor ao meu lado para chegar à mesa do professor.

Bella Swan caminhou para o fluxo do ar aquecido que soprava na minha direção do aquecedor. O cheiro dela me atingiu como uma bola, como um bastão de jogo. Não há nenhuma imagem violenta o suficiente para encapsular a força do que aconteceu comigo naquele momento.

Naquele instante, eu não era nada nem perto do humano que um dia eu fui, nenhum traço da humanidade na qual eu estive tentando me esconder. Eu era um predador. E ela era a minha presa. Não havia nada mais nesse mundo além desse verdade. Não havia uma sala lotada de testemunhas – na minha cabeça eles já eram uma avaria colateral. O mistério dos pensamentos dela estava esquecido.

Os pensamentos dela não significavam nada, ela não iria passar muito mais tempo pensando. Eu era um vampiro e ela era o sangue mais doce que eu havia cheirado em oitenta anos.

Eu nunca imaginei que um cheiro assim pudesse existir. Se eu soubesse que existia, eu já teria saído procurando há muito tempo. Eu teria vasculhado o planeta por ela. Eu podia imaginar o sabor…

A sede queimou a minha garganta como fogo. Minha boca estava torrada e desidratada. O fluxo fresco de veneno não fez nada para dissipar essa sensação. Meu estômago revirou com a fome que era um eco da sede.

Nem um segundo havia se passado. Ela ainda estava andando no mesmo passo que a havia colocado no vento em minha direção.

Enquanto os pés dela tocavam o chão, seus olhos escorregaram na minha direção. Um movimento que ela claramente estava esperando que fosse furtivo. O olhar dela encontrou o meu, e eu me vi refletido no grande espelho dos seus olhos.

O choque pelo rosto que eu vi lá salvou a vida dela por mais alguns momentos. Ela não facilitou as coisas. Quando ela viu a expressão no meu rosto, o sangue apareceu nas bochechas dela de novo, deixando a pele dele com a cor mais deliciosa que eu já havia visto. O cheiro era uma grossa neblina no meu cérebro. Eu mal conseguia pensar através dela. Meus pensamentos se enfureceram, resistindo ao controle, incoerentes.

Agora ela caminhava mais rapidamente, como se ela entendesse que precisava escapar. A pressa dela a deixou desastrada – ela tropeçou e se inclinou para a frente, quase caindo na garota que se sentava na minha frente. Vulnerável, fraca. Até mais que o normal para um humano.

O cheiro me invadiu novamente, ferindo os meus pensamentos e quase me fazendo pular do meu lugar.

Minha mão se agarrou à beirada da mesa enquanto eu tentava me segurar na cadeira. A madeira não ajudou na tarefa. Minha mão quebrou a estrutura e escapuliu, cheia de restos de fuligem, deixando a marca dos meus dedos cravadas na madeira que restou. Eu rapidamente pulverizei as beiradas com as pontas dos dedos, sem deixar nada além de um buraco e uma pilha de fuligem no chão, que eu limpei com o meu pé.

[…] Bella Swan se sentou ao meu lado, seus movimentos eram rígidos e estranhos – com medo? -, e o cheiro do sangue dela criou uma inexorável nuvem ao meu redor. Eu iria provar que meu pai estava errado sobre mim. A tristeza desse fato doía quase tanto quanto o fogo na minha garganta.

Por que ela tinha que vir para cá? Por que ela tinha que existir?

Eu desviei o meu rosto para longe dela, enquanto uma súbita fúria, um aborrecimento irracional passou por mim. O cheiro era o problema, o cheiro odiosamente apelativo do sangue dela. Se houvesse alguma forma de resistir… se apenas um sopro de ar fresco pudesse limpar a minha cabeça.

[…]Uma vez, quase no final, ela olhou pra mim pela fluida parede dos seus cabelos. Eu podia sentir o ódio injustificado queimando em mim quando eu olhei nos olhos dela – eu vi a minha reflexão em seus olhos assustados. O sangue pintou suas bochechas antes que ela pudesse se esconder em seus cabelos de novo, e eu quase me desfiz.

Mas o sinal tocou. Salva pelo gongo – que clichê. Nós dois estávamos salvos. Ela, salva de sua morte. Eu, salvo por um curto período de tempo de ser a criatura de pesadelos que eu temia e não suportava.

Eu não consegui caminhar tão devagar quanto devia quando saí da sala. Se alguém estivesse olhando pra mim, poderia ter suspeitado que havia alguma coisa anormal no jeito como eu me movia. Ninguém estava prestando atenção em mim. Todos os pensamentos humanos ainda rondavam a garota que estava condenada a morrer em pouco mais de uma hora.

Mais opções de leitura na biblioteca da escola!

A biblioteca da nossa escola acaba de adquirir vários best-sellers. Dentre eles está a saga “Crepúsculo”, com os livros Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse, e a sequência da coleção “Meu querido diário otário”, (1 ao 9). Há ainda outras coleções imperdíveis! Confira!

Não deixe de ler, pois a leitura é um hábito essencial para qualquer estudante!

LIVRO: “A breve segunda vida de Bree Tanner”

O livro conta a vida de Bree Tanner, uma vampira recém-criada, para formar um exército de vampiros com o objetivo de lutar contra os Cullen. A história integra o enredo de Eclipse, quando Victoria busca vingança pela morte de James, seu companheiro e, para isso, ela cria secretamente esse exército, liderado por Riley. Bree é mandada por ele para caçar com dois vampiros idiotas e o melhor amigo dele, Diego. Todos são instruídos para não chamar atenção. Mas os dois vampiros não atendem às instruções, e fazem completamente o contrário… Para descobrir o desfecho dessa história que mistura suspense, terror e uma pitada de romance, leia o livro!

(*Cloémara)

top 10 dos livros mais vendidos da semana

1– A breve segunda vida de Bree Tanner (Stephenie Meyer)

2– Querido John (Nicholas Sparks)

3A cabana (William Young)

4Aúltima música (Nicholas Sparks)

5– Lua azul (Alyson Noël )

6– O símbolo perdido (Dan Brown)

7O mar de monstros (Rick Riordan)

8A batalha do labirinto (Rick Riordan)

9A maldição do titã (Rick Riordan)

10Sussuro (Becca Fitzpatrick)

* Lista publicada na revista Veja, do dia 14 de julho de 2010.