10 vampiros mais famosos e melhores da literatura

De tempos em tempos, os vampiros voltam a ser moda. Atualmente a imagem que temos dos vampiros é mais romântica e juvenil, reforçada por um vampiro adolescente, que está disposto a tudo pela amada.

Entretanto, esse tipo de personagem não é novidade, já houve muitos outros, a maioria deles mais violentos e sedentos de sangue que o “vegetariano” Edward Cullen.

1 – Drácula, de Bram Stoker:

É disparado de longe o mais famoso dentre os sugadores de sangue. Se não o pai de todos os vampiros, ele foi o responsável pela popularização do mito. A criação do Irlandês em 1897 ganhou diversas adaptações para teatro e cinema, numa época em que vampiros metiam medo, sem virar purpurina;

2 – Lestat de Lioncourt, criado por Anne Rice em Crônicas vampirescas: Lestat, é uma das mais populares criações de Anne Rice, e no narrador de Crônicas vampirescas o vampiro revela seu lado sedutor, outra das qualidades desde seres eternos.

 3 – Varney, o vampiro de James malcolm Rymer:Criado antes mesmo de Drácula, a grande arma desta criatura era a feiúra, de face pálida e mórbidos olhos de lata e o poder de hipnotizar.

4 – Edward Cullen, em Crepúsculo de Stephenie Meyer:Discussões a parte, não dá pra negar que o vampiro de Meyer é diferente de tudo que se construiu sobre estes seres,pois ele se apaixona por uma humana e a salva de um acidente. Mas ele é famoso pra caramba, entre a galera jovem que não esta nem aí se ele não morre com a luz do dia.

5 – Carmilla, criação de Joseph Sheridan Le Fanu:Eita. Aqui está o vampirismo do bom. Carmilla precede o Conde Drácula, e esta deliciosa vampira cria de Le Fanu nos longínquos anos de 1872, com seus toques de lesbianismo sem dúvida era algo muito revolucionário para a época, e que até hoje mexe com a cabeça de marmanjos, como nós. 

6 – Sétimo, de André Vianco:Dentre os vampiros brazucas é o mais famoso, estando presente em Os Sete, obra que iniciou o autor nas sagas vampirescas, e no homônimo em que Sétimo acorda para gerar suas crias com o intuito de dominar o Brasil.

7 – Damon Salvatore, de Diários de um Vampiro de L. J. Smith:Bem antes de Meyer, em 1991, surgia mais um vampiro que não tomava sangue humano,: Stefan Salvatore, irmão de Damon, este sim um clássico senhor das trevas venerador de sangue e sem pudores ao matar. A saga dos livros se tranformou na série de grande sucesso na TV americana.

8 – Kurt Barlow, em A hora do vampiro, de Stephen King:Nem só de fantasmas e carros envenenados vive o mestre do terror. Em seu segundo livro King adentrou o mundo dos sanguessugas influenciado nas obras de Bram Stoker, Barlow não temia fazer o trabalho sujo, e pilhar novas vítimas aterrorizando para variar, o Maine.

9 – Lord Ruthven, de John Polidori:Nasceu num desafio enre grandes mestres como Lord Byron e Mary Shelley e do próprio Polidori para escreverem uma história de terror. O enredo inclusive foi projetado e abandonado por Byron, no qual Polidori acabou dando continuidade, nascendo ao vampiro mais inglês de todos os sugadores de sangue;.

10 – Antonio Brás, o vampiro que descobriu o Brasil, de Ivan Jaf:Impossível nominar este carismático vampiro – não tão cruel como deveria ser é verdade – que perdeu-se em Portugal ainda como Antonio Bras, e que na nova terra assumiu diferentes identidades, sempre muito próximo dos principais acontecimentos nacionais, entre ele, a descoberta, é claro.

http://listasliterarias.blogspot.com/2010/05/10-dos-mais-famosos-e-melhores-vampiros.html

por Ana Cláudia

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