Rio – o filme

O filme Rio  não foi produzido no Brasil , mas fala sobre um assunto  daqui, que na minha opinião é o mais importante. Fala sobre a extinção da arara azul. O filme está em cartaz e vai ser exibido na sexta-feira, dia 08/04/2011.

O filme RIO  conta a história de Blu, uma arara azul rara que pensa que é a última de sua espécie. Quando Blu descobre que há uma ‘outra’,  deixa o conforto de sua gaiola em uma pequena cidade de Minnesota e vai para o Rio de Janeiro. Mas longe de ser amor à primeira vista entre o domesticado e incapacitado de voar e a feminista e independente, que voa alto, Jewel. Inesperadamente jogados juntos, eles embarcam na aventura de uma vida, onde aprendem sobre amizade, amor, coragem e estar aberto às muitas maravilhas da vida. “Rio” reúne uma fauna de personagens vibrantes, uma história comovente, mergulhos coloridos, uma música latina contemporânea e cheia de energia.

 

Veja um pouco mais sobre a arara azul:

Arara Azul

A Arara azul está em extinção porque ela está sendo perseguida pelos caçadores que vendem as araras azuis e são empalhadas por colecionadores.

O Brasil é o país mais rico do mundo em espécies de papagaios, periquitos, araras, maritacas, jandaias e outros. A arara azul se destaca nesse cenário por ser o maior deles. Mas a espécie está ameaçada de extinção. A destruição do habitat onde ela se reproduz e a sua captura pelo comércio ilegal são os dois fatores que, combinados, a levaram ao risco de extinção. Hoje cerca de 5 mil araras-azuis ainda são encontradas no Pantanal. Seu habitat é No verde que caracteriza a paisagem pantaneira, a arara azul se distingue por voar em pares ou em grupo. No final da tarde elas se reúnem em locais chamados “dormitórios”, que funcionam como “centros de troca de informação”. Para quem assiste esses momentos de agrupamento da espécie, fica evidente o alto grau de socialização que possuem: os casais, por exemplo, extremamente fiéis, dividem as tarefas de cuidar dos filhotes.

A arara azul pode ser encontrada também, com frequência, nos galhos secos das árvores do Pantanal, palmeiras ou no chão, em campos e currais, se alimentando.

No Pantanal, 90% dos ninhos de araras azuis são encontrados num único tipo de árvore, o manduvi. Por ter um cerne macio, são mais utilizadas pela espécie. Elas aumentam pequenas cavidades feitas por pica-paus, ou provocados pela quebra de galhos, ou mesmo iniciados por fungos e cupins para construir seu ninho. Terminado o trabalho, o que se vê é um buraco fundo e aconchegante, forrado com serragem que as araras arrancam da árvore. Mas como é difícil encontrar cavidades naturais e há uma grande disputa com outras espécies, o projeto Arara Azul desenvolveu e instalou ninhos artificiais. Os primeiros foram colocados em 1997, em algumas fazendas no Pantanal. Hoje já são mais de 170. Não é possível quantificar o número de araras azuis existentes no Brasil atualmente. Sabe-se que não há mais a abundância de outrora. O Pantanal mato-grossense é o local onde as araras azuis ainda são encontradas com maior frequência.

Além da arara azul grande, vale destacar outro tipo de arara azul encontrada no Brasil: a arara azul de lear , originária da Bahia, também em situação crítica. Há anos a espécie vem sendo dizimada pelos traficantes de animais silvestres que lucram com a venda de ovos, filhotes e de aves adultas para colecionadores.

POR: Gabriela da Rosa

 

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