Feira do livro: Fabrício Carpinejar

FABRICIO CARPINEJAR É POETA E AUTOR DE VÁRIOS LIVROS. ELE ESTARÁ NA FEIRA DO LIVRO EM SAPIRANGA, QUE ACONTECERÁ NOS DIAS 28 A 30 DE ABRIL.

Saiba mais sobre nosso visitante:

Biografia de um poeta

1972 – Nasce Fabrício Carpi Nejar, em Caxias do Sul (RS), o terceiro dos quatro filhos de Maria Carpi e Carlos Nejar.

1974 – Passa a morar em Porto Alegre, na avenida Corte Real.

1990 – É aprovado no vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Cursa Jornalismo. Publica seu primeiro poema na revista experimental da Fabico.

1994 – Nasce sua primeira filha, Mariana, do seu namoro com Géssica.

1995 – Forma-se em Jornalismo e começa a trabalhar na imprensa.

1996 – Casa com Ana Lúcia e passa a morar em São Leopoldo (RS).

1998 – Publica seu primeiro livro, “As Solas do Sol”, pela editora Bertrand Brasil, em convênio com a Fundação Biblioteca Nacional. Une seus sobrenomes e passa a assinar Carpinejar.

1999 – Recebe o Prêmio Fernando Pessoa, da União Brasileira de Escritores e é finalista do Prêmio Açorianos.

2000 – Publica “Um terno de pássaros ao sul”, livro que recebe o Prêmio Destaque Literário da 46ª Feira do Livro de Porto Alegre. Ingressa no mestrado em Literatura Brasileira, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

2001 – Recebe o Prêmio Açorianos de Literatura e o prêmio Marengo D’ Oro (Itália). Publica “Terceira Sede”. É convidado para participar da Jornada de Literatura de Passo Fundo, “2001: uma jornada na galáxia de Gutenberg – da prensa à e-book”. Patrono da Feira do Livro de São Leopoldo (RS).

2002 – Recebe o Prêmio Cecília Meireles da União Brasileira de Escritores e o Açorianos de Literatura. Defende dissertação e conclui o Mestrado, com estudo sobre “A Teologia do Traste na poesia de Manoel de Barros, em contraposição à Psicologia da Composição de João Cabral”. Publica “Biografia de uma árvore”. Patrono da Feira do Livro de Barra do Ribeiro (RS). Nasce Vicente, seu segundo filho.

2003 – Prêmio Nacional Olavo Bilac 2003, da Academia Brasileira de Letras, com “Biografia de uma árvore”, escolhido o melhor livro de poesia de 2002. Publica sua primeira antologia, “Caixa de Sapatos”, pela Companhia das Letras. Seu nome alcança prestígio nacional. A seleta é editada em Portugal pela editora Quasi. Abre seu blog – http://carpinejar.blogger.com.br – e começa a postar crônicas. É colunista da revista Vida Simples durante um ano.

2004 – A editora Bertrand Brasil compra os direitos de toda sua obra adulta. Lança “Cinco Marias” em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. A obra vende duas edições em um semestre (hoje está na 5ª edição) e gera coleção de poesia no selo. O volume é indicado pela imprensa como um dos melhores do ano. Revista Época destaca que o autor é a voz clássica da nova geração: “Vibra clássico e mergulha em temas que os outros descartaram por moda, ou tédio. Ele reencarna no Brasil o português Cesário Verde, poeta que exaltou a simplicidade e o cotidiano”. Publica ainda seu primeiro livro infantil “Porto Alegre e o Dia em que a Cidade Fugiu de Casa”, ilustrado por Eduardo Nasi, dentro da coleção Paralelepípedos da editora Alaúde, onde 27 autores são escolhidos para retratar as capitais do país. É indicado a Patrono da Feira do Livro de Porto Alegre (indicação que se repetiria em 2005, 2006 e 2007). Exerce o papel de colunista do suplemento cultural Rascunho, de Curitiba (PR).

2005 – Publica “Como no Céu/Livro de Visitas”, um livro bipolar, que fala do relacionamento de duas formas. De um lado, otimista e do outro, pessimista. Millôr Fernandes recomenda: “Vai. Lê ele. Devagar. Decifra-o. E ele te devora”. Inaugura a seção Consultório Poético no site da revista Superinteressante, que depois seguiria para o condomínio virtual da Rede Globo. Apresenta o programa de tevê, “A Bela e a Fera”, na TV Unisinos, junto de Márcia Tiburi. Assume a coluna “Primeiras Intenções”, da revista Crescer.

2006 – Recebe o Prêmio Erico Verissimo, pelo conjunto da obra, da Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre. É finalista do Prêmio Jabuti na categoria Poesia pelo livro “Como no céu/Livro de Visitas”. Lança seu primeiro livro de crônicas, “O Amor Esquece de Começar”, refletindo sobre o amor a partir do ponto de vista feminino. Poema do livro “Terceira Sede” é tema de questão do vestibular da UFRGS, concurso 2006/1. Seus livros são adotados como leituras obrigatórias em vestibulares por diferentes universidades brasileiras, como UCS, Unisc e Universidade Católica de Goiás. Edita seu segundo livro infantil, “Filhote de Cruz Credo” (Girafa), com ilustrações de Rodrigo Rosa, que denuncia de forma pioneira o bullying, um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados na escola. Atua como professor nos cursos de Formação de Produtores e Músicos de Rock e de Escritores e Agentes Literários, ambos da Unisinos. É patrono das Feiras do Livro de Esteio e Taquara. Substitui Luis Fernando Verissimo no caderno Donna do jornal Zero Hora durante as férias do titular.

2007 – Publica “Meu Filho, Minha Filha”, que aborda o universo da família contemporâneo. Conta sua experiência em versos como pai separado e com filho em casa. A obra tem um forte apelo de público e de crítica. De acordo com Adriana Falcão, “Carpinejar inventou a poesia-verdade que dói mais do que a possibilidade do Pneumotórax ou dos versos de amor perdido que todo mundo conhece”. É patrono das Feiras dos Livros de Cachoerinha, São Sebastião do Caí, Lajeado e Niterói/Canoas. Agita a cena literária gaúcha com os projetos literários  “Em busca do tempo perdido” e “Miss Cultura”.

2008 – Seu blog supera a marca de um milhão de visitantes. A cantora Ana Carolina intepreta poema de “Meu Filho, Minha Filha” em seu show “Dois Quartos”. É um dos convidados do Seminário de Altos Estudos Fronteiras do Pensamento, em conferência ao lado do escritor cubano Pedro Juan Gutiérrez, no Salão de Atos da Ufrgs, em Porto Alegre (RS). Colabora com resenhas sobre livros para o Caderno 2, do jornal O Estado de São Paulo. Publica o livro “Canalha”, reunião de crônicas que tematiza a mudança comportamental do homem no convívio doméstico. Faz sua estréia juvenil com “Diário de um Apaixonado” (ilustrado por Rodrigo Rosa) pela Mercuryo Jovem, uma versão divertida do clássico álbum “Amar é…”. É patrono das Feiras do Livro de Santa Clara do Sul, São Sepé e Garibaldi. Fim do seu casamento com Ana Lúcia, assume guarda partilhada de Vicente e volta a morar em Porto Alegre (RS).

2009 – É um dos mais requisitados autores para participar de eventos, já realizou mais de mil palestras pelo Brasil em uma década de atuação literária. Conduz oficinas de poesia e de crônica no Studio Clio, Sinpro e Caixa Econômica Federal, em Porto Alegre (RS). Recebe o Prêmio Jabuti/2009, edição 51ª, da Câmara Brasileira do Livro, na categoria Contos e Crônicas, com “Canalha!”. Lança o primeiro livro no Brasil de frases do twitter, www.twitter.com/carpinejar/, reunião de aforismos com até 140 caracteres. É finalista do Prêmio Fato Literário, do Grupo RBS. Substitui Luis Fernando Verissimo durante suas férias no jornal Zero Hora. “Filhote de Cruz Credo” é adaptado para o teatro em montagem de Bob Bahlis. A pesquisadora Julliany Mucury, da UnB, defende dissertação “Da raiz ao fruto na contemporaneidade”, sobre a obra de Fabrício Carpinejar. É escolhido patrono das Feiras do Livro de Viamão e Torres. Integra o grupo de cronistas do site Vida Breve.


É AUTOR DOS LIVROS:

# As solas do sol

# Um terno de pássaros ao sul

# Terceira sede

# Biografia de uma árvore

# 30 segundos

# Caixa de sapatos-antologia

# Cinco marias

# Como no céu

# Porto Alegre e o dia em que a cidade fugiu de casa

# O amor esquece de começar

# Filhote de cruz credo

# Meu filho e minha filha

# Canalha

# Diário de um apaixonado

# Mulher perdigueira.

FONTE:www.fabriciocarpinejar.com.br

por:VICTÓRIA MÜLLER STEGUES

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